As abas
Cinco abas de leitura e uma de configuração. Esta página cobre as de leitura; a de configuração é A meta, e o medidor de consumo é BIKY Tokens.
O placar
A capa: os números que importam hoje, um por etapa da venda.
Cada número traz três coisas ao lado, e as três são o ponto:
- Contra o mês passado, no mesmo dia — não contra o mês fechado, que no meio do mês não diz nada.
- Contra a meta, definida em A meta.
- Um status: No ritmo ou Atrasado, conforme você esteja no passo que o resto do mês exige.
Abaixo de cada um vai a conversão com a etapa anterior, o mínimo que deveria ser e quanto falta para alcançá-lo: SQL / MQL 42,7% · o mínimo deve ser 80% · faltam 1.256 interessados. Aí está o diagnóstico: não no número que caiu, mas no salto que não converte.
Mostra também de onde vêm os leads —facebookad, instagramad, orgânico, web— com a sua porcentagem, e quantos entraram sem canal identificado.
As agências, casa por casa
Uma tabela com o funil completo de cada agência: entra, responde, SQL, agendamento, show, demo, pré-venda e fatura, cada uma com o seu número e a sua conversão. Filtra-se por marca e por status — adiante, perto, atrás.
A primeira linha é o grupo: a soma de todas. Comparar uma agência com essa linha diz mais do que compará-la com a meta.
E embaixo, um mapa com onde fica cada agência. As que não têm unidade declarada aparecem listadas à parte, porque não dá para localizá-las.
A oportunidade
O mesmo funil, mas visto como uma só escada e contra o padrão do setor.
Para cada etapa: quantos há, que porcentagem avançou da etapa anterior, como se compara com o mesmo dia do mês passado, e quantos você deveria ter se convertesse no padrão. Esse último número é o que dói: Interessado (SQL) · 1.436 · o padrão pede 2.414.
Onde olhar primeiro
Não é a etapa com o número mais baixo: é a etapa com a maior diferença contra o padrão. Uma etapa que converte a 18% onde o padrão pede 70% está comendo tudo o que entra por cima, e consertá-la vale mais do que trazer mais leads.
Na visão de uma conta esta aba traz também o diagnóstico, as fontes e as campanhas daquela agência.
A equipe
Duas coisas diferentes, que convém não confundir.
A equipe das contas escolhidas são os consultores e como vai o mês deles.
Quem esteve no painel é outra coisa: quem abriu o Scoreboard, quando entrou, quando saiu e quanto tempo ficou. Com o detalhe de como se mede, que importa:
Mede-se com o módulo aberto e à vista: uma aba ao fundo não conta como atividade, e uma pausa de mais de 15 minutos encerra a sessão.
Filtra-se por 7, 30 ou 90 dias, e resume quantas pessoas entraram, quantas estão dentro agora, quantas entradas foram registradas e o tempo somado.
Para que serve
Um painel que ninguém abre não muda nenhuma decisão. Esta tabela responde se a ferramenta entrou de verdade na rotina da equipe ou se quem a abre é uma pessoa só.
O produto
O que se vende e o que se pergunta, que quase nunca é a mesma coisa.
Sai dos cartões reais do CRM —do campo interesse, sem dados pessoais— e dos chats do mês.
- O que se vende: cada modelo com as suas unidades e o seu valor.
- O que as pessoas perguntam: cada modelo com quantas consultas recebeu e quantas venderam, junto ao texto exato com que o cliente o pediu.
- Em cima, a manchete que cruza as duas listas: "as pessoas perguntam por X, mas vende mais Y". Isso é demanda conversacional sem converter, ou uma oportunidade de mídia cruzada.
- O radar da demanda: as palavras com que as pessoas pedem, mineradas das próprias mensagens delas. É a matéria-prima do SEO e dos anúncios — o idioma do cliente, não o do catálogo.
- Apelidos e usos · a voz do cliente: o agente lê os chats do mês e tira os apelidos, os usos e os conceitos com que cada produto é pedido (entrada, financiamento, promoções). Dispara-se com Ler a voz do cliente.
O caso que se deve procurar
Um modelo com muitas consultas e poucas vendas não é um modelo ruim: é um modelo que se explica mal, se cota mal ou não tem quem o atenda. E um modelo que se vende sem que ninguém pergunte por ele está se vendendo sozinho — ali há mídia sobrando.
A ação
A aba que transforma tudo o anterior em decisões. Só existe por conta.
Quanto investir em mídia
Um orçamento recomendado para o que resta do mês, calculado de trás para frente: quantas vendas faltam × quantos leads cada venda pede × o seu custo real por lead deste mês. Cada parte sai dos seus próprios dados — a meta de A meta, as conversões de A oportunidade e o custo por lead das suas campanhas.
E ao lado, a comparação que dá o argumento: o que custa hoje cada venda em mídia contra o que custaria com o funil no padrão. Quando há uma etapa quebrada, a diferença é de várias vezes, e o texto diz sem rodeios: a primeira alavanca é o funil, não o orçamento. De nada adianta comprar mais leads se eles caem no mesmo lugar.
As ações recomendadas
Uma lista de coisas concretas a fazer, cada uma com a mesma estrutura:
| Parte | O que traz |
|---|---|
| Sinal | O dado que a disparou, com a sua origem: 178 agendamentos sem show este mês. |
| Ação | O que fazer, numa instrução executável: que público criar, que anúncio pausar, que orçamento subir. |
| Impacto | O que esperar se você fizer, em números. |
Cada uma vem etiquetada por tipo —lançar já, estancar o vazamento— e classificada por impacto e por quão fácil é fazer, mais o custo estimado. As de "estancar o vazamento" costumam ser as mais rentáveis: pausar um anúncio que paga o lead cinquenta vezes mais caro que o melhor é um clique.
Gerar mais ideias pede outra leva.