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As abas ​

O Scoreboard tem oito abas, e cada uma responde a uma pergunta concreta de gestão:

#AbaPergunta que responde
1O placarComo estamos hoje?
2A oportunidadeEm que etapa do funil os clientes se perdem?
3A equipeQuem está rendendo e quem não?
4O produtoO que se pergunta e o que se vende?
5A metaQuanto devemos alcançar em cada etapa?
6BIKY AdsComo rende a mídia da agência?
7CampaignsComo rendem as campanhas em toda a rede?
8BIKY TokensQuanto de IA a conta já consumiu?

Esta página cobre as de leitura. A meta, a única onde se escreve, tem a sua própria página, assim como o medidor de BIKY Tokens.

O placar ​

A capa: os números que importam hoje, um por etapa da venda.

Em cima, os leads que respondem (MQL) contra a sua meta, com a tendência dos últimos meses; embaixo, um cartão por etapa: Interessados, Agendamentos, Show, Pré-venda e Faturas.

Cada número traz três coisas ao lado, e as três são o ponto:

  • Contra o mês passado, no mesmo dia — não contra o mês fechado, que no meio do mês não diz nada.
  • Contra a meta, definida em A meta.
  • Um status: No ritmo ou Atrasado, conforme você esteja no passo que o resto do mês exige. É a leitura do termômetro.

Abaixo de cada um vai a conversão com a etapa anterior, o mínimo que deveria ser e quanto falta para alcançá-lo: SQL / MQL 42,7% · o mínimo deve ser 80% · faltam 1.256 interessados. Aí está o diagnóstico: não no número que caiu, mas no salto que não converte. Esse quadro fica verde ou vermelho conforme cumpra ou não o padrão.

Mostra também de onde vêm os leads —facebookad, instagramad, orgânico, web— com a sua porcentagem, e quantos entraram sem canal identificado.

Abaixo dos cartões ​

Na visão de uma conta o placar continua para baixo:

BlocoO que mostra
Faturas acumuladas contra o ritmo idealO que você tem contra o ritmo uniforme que a meta pede, com a rota a executar —quantas faturas por dia nos dias úteis que restam—, aonde você chega se seguir no passo de hoje e o mês anterior como referência.
Matriz diáriaCada métrica dia a dia, com o ideal diário e o total contra a meta.
Dinheiro perdidoQuanto vale o que caiu no mês; por exemplo, os shows sem reagendamento: agendamentos que não chegaram à agência e ninguém voltou a agendar.
O retornoO que você paga à Keybe contra o que o consultor de IA devolve em vendas e em horas de consultor, com o ROI do mês e do ano e como se calcula.
Os próximos 12 mesesUma projeção aproximada: quanto a conta vende em um ano se nada mudar contra quanto venderia cumprindo a meta, e os três passos para fechar a diferença.

As agências, casa por casa ​

Uma tabela com o funil completo de cada agência: entra, responde, SQL, agendamento, show, demo, pré-venda e fatura, cada uma com o seu número e a sua conversão. Filtra-se por marca e por status — adiante, perto, atrás.

A primeira linha é o grupo: a soma de todas. Comparar uma agência com essa linha diz mais do que compará-la com a meta.

E embaixo, um mapa com onde fica cada agência. As que não têm unidade declarada aparecem listadas à parte, porque não dá para localizá-las.

A oportunidade ​

O mesmo funil, mas visto como uma só escada e contra o padrão do setor. As etapas são: Não responde, MQL, SQL, Agendado, Show, Demo, Pré-venda e Fatura.

Para cada etapa: quantos há, que porcentagem avançou da etapa anterior, como se compara com o mesmo dia do mês passado, quanto avançou contra a meta e quantos você deveria ter se convertesse no padrão. Cada etapa se expande e conta o que está acontecendo nos chats daquela etapa e a quem cabe corrigir. Esse último número é o que dói: Interessado (SQL) · 1.436 · o padrão pede 2.414.

O semáforo marca onde está o vazamento —por exemplo, de MQL para SQL convertendo 35,1% contra um padrão de 80%, ou de Show para Demo 20% contra 70%—, e a aba traz um atalho para os agendamentos a recuperar.

Onde olhar primeiro

Não é a etapa com o número mais baixo: é a etapa com a maior diferença contra o padrão. Uma etapa que converte a 18% onde o padrão pede 70% está comendo tudo o que entra por cima, e consertá-la vale mais do que trazer mais leads.

Na visão de uma conta a aba continua para baixo:

  • Diagnóstico do funil: o vazamento mais caro do mês numa frase, com três sinais.
  • As fontes que trazem os leads: por onde entrou cada lead, quanto pesa, até onde chega no funil e, se vem de mídia, gasto, CPL e ROI. Agrupa-se por canal ou por categoria e traz o seu próprio diagnóstico de marketing: que anúncio escalar e qual gasta sem trazer leads.
  • Os vazamentos, com preço: quanta gente caiu em cada etapa —interessados sem agendamento, agendamentos sem show—, quanto vale resgatá-la ao preço do que você já vendeu, e duas táticas concretas para cada vazamento.
  • A colheita: de que mês e de que fonte vêm as vendas do mês, porque cada venda nasceu de um lead mais antigo.
  • Quanto um lead vive em cada etapa: os dias que os cartões de hoje estão esperando em cada etapa contra o que uma agência saudável leva. O que passa disso é tempo parado.

A equipe ​

Duas coisas diferentes, que convém não confundir.

A equipe das contas escolhidas é um ranking dos usuários da agência, filtrável por consultores digitais, consultores de piso, consultores, coordenadores e administradores. Por pessoa mostra:

  • venda contra a sua meta —a cota atribuída em A meta—;
  • leads atendidos e pendentes;
  • chats, tempo de resposta e mensagens visualizadas sem resposta;
  • um índice de sucesso com a sua classificação —Bom, Aceitável, Regular…—, ou Sem dados se não teve atividade.

O agente de IA aparece no ranking como mais um consultor, então dá para comparar o que ele atende com o resto da equipe. E quem tem leads sem atender é o primeiro candidato a um plano da Biky.

Abaixo, um diagnóstico da equipe e o atendimento: quem consegue responder, com o consultor de IA comparado com os humanos.

Sem cota não há avanço

Quem não tem cota aparece sem meta: dá para ver os números, mas não se está no ritmo. A divisão automática só cobre os consultores; coordenadores e administradores ficam sem meta a menos que se atribua uma.

Quem esteve no painel é outra coisa: quem abriu o Scoreboard, quando entrou, quando saiu e quanto tempo ficou. Com o detalhe de como se mede, que importa:

Mede-se com o módulo aberto e à vista: uma aba ao fundo não conta como atividade, e uma pausa de mais de 15 minutos encerra a sessão.

Filtra-se por 7, 30 ou 90 dias, e resume quantas pessoas entraram, quantas estão dentro agora, quantas entradas foram registradas e o tempo somado.

Para que serve

Um painel que ninguém abre não muda nenhuma decisão. Esta tabela responde se a ferramenta entrou de verdade na rotina da equipe ou se quem a abre é uma pessoa só.

O produto ​

O que se vende e o que se pergunta, que quase nunca é a mesma coisa.

Sai dos cartões reais do CRM —do campo interesse, sem dados pessoais— e dos chats do mês.

  • O que se vende: cada modelo com as suas unidades e o seu valor.
  • O que as pessoas perguntam: cada modelo com quantas consultas recebeu e quantas venderam, junto ao texto exato com que o cliente o pediu.
  • Em cima, a manchete que cruza as duas listas: "as pessoas perguntam por X, mas vende mais Y". Isso é demanda conversacional sem converter, ou uma oportunidade de mídia cruzada.
  • O radar da demanda: as palavras com que as pessoas pedem, mineradas das próprias mensagens delas. É a matéria-prima do SEO e dos anúncios — o idioma do cliente, não o do catálogo.
  • Apelidos e usos · a voz do cliente: o agente lê os chats do mês e tira os apelidos, os usos e os conceitos com que cada produto é pedido (entrada, financiamento, promoções). Dispara-se com Ler a voz do cliente.

O caso que se deve procurar

Um modelo com muitas consultas e poucas vendas não é um modelo ruim: é um modelo que se explica mal, se cota mal ou não tem quem o atenda. E um modelo que se vende sem que ninguém pergunte por ele está se vendendo sozinho — ali há mídia sobrando.

BIKY Ads ​

Tudo o que a agência precisa para anunciar melhor: a mídia anúncio por anúncio, a voz do cliente, as unidades e o ciclo de venda, convertidos em o que parar, o que escalar e que peça falta, com evidência e copy pronto. É calculado toda noite sobre o mês inteiro. Só existe por conta.

Em cima, os números do mês: gasto em mídia, leads de mídia, CPL mediano por anúncio, conversão de lead para interessado e anúncios ativos.

Assim ficaria o seu anúncio ​

Uma prévia do anúncio proposto como sairia no Meta, no Google e no TikTok, montado a partir de uma das recomendações abaixo e escrito no idioma do cliente —o que sai de O produto—.

A sua área de mercado real ​

Um mapa de onde escrevem de verdade para você: os chats do mês localizados pelo DDD do WhatsApp, as suas unidades e o raio que cobre 80% dos seus chats. As cidades a mais de 120 km ficam em vermelho: são difíceis de converter em visita.

Quanto investir no BIKY Ads ​

Um orçamento mensal calculado de trás para frente a partir das vendas que você quer tirar da mídia: quantas pré-vendas, shows, agendamentos e interessados são necessários com o padrão de cada etapa, quantos leads isso dá, e esse número de leads × o custo por lead do BIKY Ads. Você move o número de vendas e o orçamento é recalculado.

Começa em 20% da sua meta de vendas. É um valor aproximado para dimensionar o investimento: a sugestão é começar aí, medir o primeiro mês com os seus próprios números e ajustar. Ativar BIKY Ads leva a contratá-lo com esse orçamento.

O que você deve parar e o que deve fazer ​

As recomendações, em duas listas: parar —por exemplo, anúncios que trazem leads mas nenhum interessado— e fazer —por exemplo, mídia por raio em volta das suas unidades—. Cada uma diz em que canal se aplica, traz uma pontuação e tem a mesma estrutura:

ParteO que traz
EvidênciaO dado que a disparou: MXN $665 gastos em 5 leads e 0 SQL.
AçãoO que fazer, numa instrução executável: o que pausar, como segmentar, que texto usar.
ImpactoO que esperar se você fizer: quanto orçamento libera ou o que muda no funil.

Primeiro o que é preciso parar

As de parar costumam ser as mais rentáveis: liberam orçamento no mesmo dia para movê-lo ao anúncio que fecha. E antes de subir o investimento, olhe A oportunidade: de nada adianta comprar mais leads se eles caem na mesma etapa.

Campaigns ​

A visão de toda a rede automotiva da Biky: todas as campanhas de todas as agências, não só as suas (886 campanhas em 158 agências · 849 ativas). Como o BIKY Ads, é lida de uma foto noturna.

Em cima, os totais da rede: investimento do mês, leads com o seu custo por lead, vendas com a conversão de lead para venda, receita atribuída —as faturas que nasceram dessas campanhas— e ROI com o seu ROAS.

Filtra-se com atalhos —todas, ativas agora, sem investimento declarado, com vendas, leads sem vendas, melhor ROI— e por campanha, canal, categoria (canal, oferta, remarketing, sempre ativa), grupo e agência. O painel inteiro responde à seleção.

Abaixo:

  • Onde nascem os leads: um mapa de calor por zona, com cada lead localizado pelo DDD do WhatsApp e o ranking de cidades.
  • Ranking de agências: quem vende mais, mais barato e com mais volume. A pontuação pesa vendas (40%), ROI (30%), leads (20%) e conversão (10%); sem investimento conhecido, o ROI não soma nem subtrai.
  • Campanha por campanha: cada uma com o seu funil —leads, interesse, agendamentos, show, vendas—, o seu investimento, a receita e o ROI.

Sem investimento não há ROI

O investimento do Meta é lido sozinho (reportado pelo Meta); o do resto é preciso declarar com Inserir investimento, e até lá o ROI fica em branco. Se o número reportado estiver errado, corrige-se com Corrigir investimento.

Para que serve

Para se comparar com a rede e encontrar as campanhas que geram leads mas não vendas: ali a mídia está comprando volume que o funil não converte.